Lembre-se: a Globo mente. Por isso, resolvi expor sem filtros aqui o que seriam as duas melhores mães que gostaríamos de acariciar romanticamente e que estão em atividade na TV Brasileira.
Estão fora desse prêmio:
Laura Muller por motivos de chatice
Ilze Scamparini por motivos de Itália/Papa/Fumacinha Branca/etc
Perfil: Gostosa do tipo aventureira, sem frescura. Já velejou, já correu, já quase morreu. Tá ficando com a cara enrrugadinha por causa do sol, é verdade. Mas continua uma graça nas transmissões de cockpit da Fórmula 1.
Atributos: A blusa vermelha da Sportv/Globo é seu maior ponto forte. Boatos indicam que a Fórmula 1 ainda obtém audiência na casa por causa do seu charme e malícia ao citar Rubens Barrichello ou Bruno Senna na 18ª posição.
2º concorrente: Maria Beltrão
Perfil: Minha predileta. Pra mim, subestimada por causa da ascensão inesperada de Christiane Pelajo. Comanda, diariamente, o maior programa de soft porn das tardes brasileiras, o Estúdio i, da Globo News.
- olha pode falar o que vc quiser estarei sempre atenta
Atributos: um lindo efeito sanfona. Ora gordinha-mãe, ora magrinha-sua-mãe-te-pegando-na-escolinha, Beltrão satisfaz o gosto popular. Tá sempre com aquela carinha de interessada no seu papo.
Agora é com vocês.
Aceitamos sugestões.
____________________CARTA DOS LEITORES______________________________
pulodogato (relacionamentos & REDES) 彡voce convida a mina pra sair depois nao entende porque ela nem inbox manda voce já leu sua bio no twitter kra??? voce coloca bio: jornalsta!!! seu mala
pulodogato (comunicação & cultura de boiolas) 彡quando estiver difícil de fazer sua personalidade ressoar pela conversa na mesa do bar, a tática mais segura é falar de musicais fale de musicais sempre dá certo
Poucas pessoas no Brasil dão atenção a essa bagaceira de cultura pop que é o Poop em vídeos do You Tube. Já tem uma geração inteira de pré-adolescentes viciadas nisso e são melhores em edição de vídeo do que muito marmajo por aí. E, alguns, tem uma noção de non-sense exclusiva da faixa etária - e é um barato. Uma pena que, muitas vezes, os assuntos sejam Bob Esponja, Dragon Ball e Chaves. Restringe bastante a graça. Soccer, Ping-pong, Farofa, Quadribol, Dodgeball, Nanopong, Tripong é o nome de algumas das modalidades. Cada uma tem uma característica de edição.
Basicamente, se você for ver, é uma espécie de mashup, tal qual vemos na música. Mas o grande lance aqui é como eles exploram um determinado tipo de bordão, muitas vezes desconhecido ou intencionalmente modificado, até que ele tenha um significado real para muita gente. E o outro lance: é tudo baseado em um “versus”. Cada usuário, pooper, faz um round contra outro baseado em um tipo de meme. O resultado varia de MUITO RUIM a MUITO BOM. A maioria é muito ruim. Mas tem umas coisas bem maneiras. E lembrando: quase nenhum deles fez o curso que você fez de Final Cut Pro — e são quase todos melhores que vocês.
Não, não passa o tempo Ao menos para mim Tomo comprimidos e sigo sem dormir (#CARLOS)
Vejo tantos portos, não há onde atracar Já não existem laços, alguém cortou Trac, trac, trac (UMA CLARA REFERÊNCIA AO FIM DO MEGAUPLOAD E À AÇÃO DO FBI)
Todos os perfumes, todo aquele lugar (O MEDIAFIRE) Todas as misérias e tudo mais que há (O 4SHARED) Cada movimento do sol sobre você Cada móvel velho e cada anoitecer (XVIDEOS)
Dame tu amor, solo tu amor Solo dame tu amor (CORO: INTERNET DO AMOR)
Poucas garantias há para nós dois (É BEM PROVÁVEL QUE UM VIRE GORDO E SOLITáRIO E O OUTRO VIRE UMA WIKIPEDIA “”LEGAL”” CHEIA DE WEBPROTESTOS)
Nada neste mundo tem tanto valor (BACON) Todos os vizinhos parecem saber E lançam seus olhares sobre eu e você (VOYEURISMO)
Rivaldo saiu do banco de reservas do São Paulo após ter saído da gerência do Mogi Mirim. Agora, chega ao futebol angolano. Teve que ouvir de Muller, seu companheiro à época de Palmeiras, que sua pessoa não passa de um “ex-jogador”. Aproveitei.
Entre aspas, o que meus ouvidos captavam do mundo adulto.
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Muitos dizem que ele era ruim de marketing. “Merdão” era o único adjetivo que eu [ainda moleque, no Rio de Janeiro] ouvia de quem estava inerte em frente à televisão. Eu jogava Fifa Soccer 98: Road To The World Cup amarradão. Gostava do Barça por causa do holandês Kluivert. Seleção Brasileira era Ronaldo.
Ninguém gostava do Rivaldo. “O Zagallo é casado com ele” e “Todo treinador tem uma cisma” era o que a gente via os adultos dizendo. De qualquer forma, o Brasil já tinha um ídolo que era Ronaldo. Ronaldo não só era carioca (sede da CBF etc etc etc) mas também um belíssimo garoto propaganda, ainda que muito feio.
Eu não gostava de Rivaldo por tabela. Não tinha TV a cabo e não pude acompanhá-lo em ação pelo Barcelona. Quem noticiava os golaços do rapaz era o Globo Esporte, na hora do almoço. Por ali, sabíamos também que ele seria também eleito o melhor jogador do mundo. “Como?”. A sensação é de que ele não havia feito nada por isso.
Además, à época de La Coruña, éramos muito mais fãs de Djalminha (e antes do Bebeto) do que de Rivaldo.
Copa de 1998: Rivaldo salvava a seleção contra a Dinamarca. Discreto, não dava entrevistas contundentes e tampouco era embaixador da Unicef. Ganharia logo o a alcunha de jogador que não sabe fazer marketing.
Sua patrocinadora: a Mizuno. Sua região: o Nordeste. Jogou pelo Corinthians (empréstimo), mas fez sucesso no Parmera. Em 2001, o decadente Leonardo (Flamengo, São Paulo, PSG) [que estava sendo dispensado pelo Milan para se aposentar ganhando um troco no Brasil] figurava na capa de Fifa Soccer 2001. Edílson, o capetinha, era disputado a socos por times do Brasil.
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Surgia no Coritiba uma das maiores promessas do futebol brasileiro: Alex. Incomum. Sua propriedade física e os inúmeros apelidos que sua estratosférica cabeça lhe concebiam não combinavam com o que seus pés iam fazendo. Claro, no Palmeiras. A propriedade dos direitos autorais no sudeste gira de uma outra forma. Não é dono quem cria. É dono quem faz acontecer. E, assim, Alex surgia para a grande massa vestindo a camisa 10 do Palmeiras.
[Me tornaria fã de Alex. Eu não podia errar mais uma vez. Algo dentro de mim me fazia defender Rivaldo dentro de casa, mas eu ainda não conseguia fazer isso na rua. Flamenguista, ficara imensamente feliz de vê-lo emprestado ao meu time. Ia ao Maracanã exclusivamente para ver Alex. Não me importava com Gamarra, não gostava da marra de Petkovic´. Era Alex. Mas foram só 12 jogos.]
Curiosamente, seria Alex o primeiro nome na cabeça de quem quer que fosse na hora de substituir os fracassados da Copa do Mundo de 1998. Alex estava quase no auge. “A camisa pesou”, “ele se esconde”, “jogador de clube”, “só paulista mesmo pra idolatrar um omisso desse” era o que se ouvia no RJ. Alex não vingaria na Seleção. Ouviu o que Rivaldo ouviu. Marcou os golaços que Rivaldo marcou. Mas não jogou duas copas como Rivaldo jogou. Curiosamente, a diretoria não conseguiu lucrar inicialmente como conseguira com Rivaldo. Emprestou-o ao Flamengo (ah, se eles conhecessem a Ucrânia…). Os flamenguistas já não acreditavam em muita coisa. Era tempo de fingir que pagava/fingir que jogava. Assim, passou batido e foi pro Cruzeiro. Aí sim, se transferiu para a Itália - e nada. “Tá vendo? Não aguenta. Jogador fraco. Coisa de paulista”. Voltou para o Brasil. Novamente, o Cruzeiro.“Jogador que vai pra Europa e volta? Então não vale nada. Se é bom fica por lá. Aqui só tem mediano. Se voltou é porque não serve pra jogar futebol sério”. Reinou no Cruzeiro. Fez parte de um dos melhores times já vistos em campeonatos brasileiros. Foi jogar na Turquia. “Fim de carreira, né? O jogador que vai pra Turquia quer ganhar dinheiro”. Não jogou nenhuma copa. É idolatrado na Turquia. E, com 34 anos, geraria uma guerra entre grandes times brasileiros dispostos a garantir o seu retorno.
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Não ia combinar. O sorriso amarelo de Alex em sua apresentação ao lado de um presidente que, em 2002, assistindo ao show de Rivaldo na Copa, sorria largo e jurava que aquilo ali era mais uma promessa do futebol brasileiro.
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O carioca não entende — até hoje — o porquê de Fred04 ter posto, em “Meu Esquema” (lembrete de Bruno Capelas), o verso “Rivaldo Maravilha mandando um gol” em uma música em que a mulher é comparada a feitos/coisas maravilhosos/maravilhosas.
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Rivaldo tentou esse caminho: não deu certo. Cruzeiro, Olympiacos, AEK, Bunyodkor, São Paulo e, agora, o angolano Kabuscorp. O jogo Fifa 12 ainda tem Rivaldo no plantel do São Paulo. Nem o seu rosto idêntico foi mantido pela EA Sports. No jogo, sua cara é genérica, tratamento dado a jogadores de expressão pouca (ou, em sua maioria, em atividade na América do Sul). Merecia mais.
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“Perdeu tempo escrevendo isso enquanto esses caras estão nadando em dinheiro”.
Paulo Emílio Salles Gomes teria dito, à época do Cinema Novo, que “qualquer filme brasileiro diz mais sobre nós mesmos do que o melhor filme estrangeiro”.
Não há mais bobo na música internacional. Enxergar quem é esperto tá cada vez mais difícil. Eu acho uma extrema bobeira um brasileiro médio ficar se preocupando qual álbum internacional foi o melhor. O eixo é sempre o mesmo. É um monte de lista importada de tudo o que já foi publicado por aí. Grande merda um álbum da St. Vicent. A alusão à MV Brasil é uma brincadeira e em momento nenhum se relaciona com a suposta frase do Paulo Emílio Salles. Mas é o máximo que a gente pode fazer: esperniar falsa sagacidade.
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1. tUnE-yArDs | W h o k I l l
2. James Blake | James Blake
3. Van Hunt | What Were You Hoping For
4. Adele | 21
5. Gotye | Making Mirrors
6. Radiohead | Kings of Limbs
7. Josh T. Pearson | Last of the Country Gentlemen
8. The Weeknd | House of Baloons
9. Arctic Monkeys | Suck it and See
10. Jamie Woon | Mirrorwriting
11. Ghostpoet | Peanut Butter Blues and Melancholy Jam